O exemplo da NBA que evidencia o abismo entre o basquete profissional e o futebol “profissional”

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Esta semana tivemos dois casos de racismo, um no futebol e outro no basquete e foi interessante ver a repercussão e a forma como cada um foi tratado.

O Caso de Daniel Alves gerou repercussão mundial rapidamente por conta do alcance do futebol, mas foi no mínimo estranho a divulgação de imagens e descobrir que existia uma campanha publicitária engatilhada com Neymar e que foi antecipada por conta do ocorrido.

Uma hashtag que ganhou “peso” em pouco tempo e que na prática não mudou nada.

Diferente de uma declaração de racismo do dono do Los Angeles Clippers, que teve declarações de desaprovação por parte de pessoas influentes do cenário americano. Mas com outra postura, com ações mais impactantes, como dos jogadores, que foram para a partida com o uniforme ao avesso (em protesto) , o cancelamento imediato de contratos de patrocínio e declarações contundentes de jogadores.

E terminou com uma decisão da NBA de banir definitivamente Donald Sterling por conta das declarações, que devem culminar inclusive com a venda da franquia.

Enquanto isso, a Fifa apenas publica declarações de apoio, mas evita se “envolver” e tomar atitudes mais incisivas.

Por estes motivos é que grandes empresas entram na NBA e fecham contratos de patrocínio milionários, enquanto que no Brasil (para citar um exemplo) existe a restrição e o medo do vínculo do nome profissional com administrações amadoras.

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