Corinthians em ajustes leva a melhor sobre um São Paulo (novamente) em formação

Mais de 34 mil pessoas compareceram ao Pacaembu para acompanhar mais uma vitória do Corinthians frente o São Paulo, mantendo a sequencia positiva do alvinegro frente um de seus principais rivais.O resultado deixa evidente a diferença que hoje existe entre os times no que diz respeito a tática e manutenção de elenco.

No papel, o elenco dos dois rivais não é tão diferente e ambos sofreram com saída de jogadores importantes do time titular. Só que enquanto o Corinthians possui uma forma clara de jogar, baseada em anos de manutenção de um esquema de jogo, que facilita a substituição de peças, o São Paulo sofre com mais um ano tendo que se reconstruir, com Dorival testando um novo esquema tático e com dúvidas sobre os nomes no time titular (onde apressou a estreia de reforços e arriscou com jovens promessas).

A vitória por 2 x 1 foi construída na primeira etapa, com um Corinthians melhor, mas sentindo a falta de um atacante de área. Kazim teve mais uma chance como titular e deixou a desejar, mostrando que pode ser no máximo uma opção de banco. Caso o alvinegro tivesse um atacante mais qualificado, a diferença poderia ter sido ainda maior. Já na segunda etapa o São Paulo teve um domínio territorial, mas não conseguiu criar lances de perigo, abusando de cruzamentos na área.

Cássio não precisou praticar nenhuma grande defesa , de forma que a vitória foi merecida a favor do mandante. O resultado em um jogo de peso permite citar alguns pontos dos dois times, mesmo sendo começo de temporada.

– Sidão muito nervoso em um jogo como este mostra que Jean (ex-Bahia) merece pelo menos ser testado o quanto antes;
– Brenner parece ser um atacante promissor e que deve ser importante ao longo do ano como boa opção no elenco e até lutando por vaga no time titular;
– Juninho Capixaba lembra Arana, tanto pela qualidade ofensiva como na deficiência na marcação. A aposta no jovem jogador parece ter sido acertada. Carille terá trabalho, mas pode ter uma lateral vital para o esquema de jogo, assim que melhorar a parte defensiva do mesmo;
– Meio de campo mais leve , com apenas Gabriel de volante, não deixou o time exposto, ao contrário do que eu imaginava. Compactação que deixa o time equilibrado no meio e defesa. A ressalva fica apenas a condição física, principalmente de Jadson (hoje compensada pela correria que Clayson e Romero precisam ter em campo para recompor o esquema defensivo).

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