Estreia promissora

Depois da boa vitória no clássico, Carille apostou na manutenção do esquema tático, apenas com Mateus Vital no lugar do suspenso Rodriguinho. O esquema com dois volantes novamente deu segurança a defesa. Cássio trabalhou mais do que no clássico, mas o lance de maior perigo só veio no segundo tempo, onde em jogada individual o time colombiano teve um chute que passou perto da trave.

O jovem meia não sentiu o peso de assumir de jogar uma competição internacional e fez uma boa partida, principalmente no primeiro tempo. Méritos para Carille, que mostra uma evolução na temporada, claramente querendo que o time do Corinthians assuma o controle do jogo. Apenas com orientação de fora do campo, mudou o desenho tático,alternando Jadson e Vital mais a frente, procurando criar lances de perigo e não deixando que o time adversário “gostasse” do jogo.

Romero participou da melhor chance na primeira etapa, ao finalizar após lançamento de Jadson. O chute levou perigo, mas se o paraguaio tivesse visto Vital chegando, teria deixado o meia em ótima condição para abrir o placar. No segundo tempo, Henrique teve chance ao chutar na trave e Mateus Vital, ao parar no goleiro do Millonarios.
Sem um centroavante que possa assumir a vaga de titular, o Corinthians aparece com um esquema parecido com o da Libertadores de 2012. Algo que pode favorecer o crescimento técnico de Junior Dutra e Lucca (jogadores que rendem mais pelas pontas). Também vale citar a entrada de Sheik na segunda etapa. O veterano atacante entrou ligado no lugar de Mateus e foi importante para segurar o jogo e não deixar o time ser pressionado no fim do jogo.
O time paulista poderia ter saído com os três pontos, mas volta para com bom empate na bagagem, passando ileso no segundo jogo complicado em menos de uma semana e foca no último jogo dessa sequência para o clássico contra o Santos.

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